4 Pontos a serem avaliados antes de assumir uma vida sozinho


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Como saber se estamos prontos para assumir uma vida sozinhos? Como saber se estamos preparados para sair da comodidade da casa de nossos pais?

Questões como essas sempre pairam na mente de jovens que passaram a pouco tempo da transição de adolescentes para a vida adulta, onde vão surgindo com o surgimento da maturidade, a vontade de se realizar como pessoa individualmente e atingir a condição independência.

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Mas, para responder às questões é importante saber que será necessário tempo para que se alcance tal segurança. Saindo de casa sem preocupações e buscando se dar bem vivendo sozinho ou com algum parceiro (a).

Quando se fala em atingir a independência, podemos viajar por muitos parâmetros, pois quando se pensa em independência não tem como definir um padrão, uma vez que para cada um ser independente pode significar diversas coisas, tais como, conseguir “se virar” sozinho em casa ou como na maioria das vezes, atingir uma estabilidade financeira, na qual é possível se sustentar ou no mínimo sustentar seus próprios gastos.

Porém, para facilitar um pouco a vida de muitos, assim como eu, que estão passando por esta fase, separei umas dicas de análise individual que, pelo menos para mim, funcionaram como norteadores.

1 – Análise de dependências para com sua família (que convive atualmente com você em sua casa)

Este ponto apesar de pouco pensado é muito importante, pois define exatamente os recursos que atualmente você utiliza de seus responsáveis, desde despesas como contas de casa (água, luz, internet, etc.) até tarefas domésticas que você geralmente não precisa arcar sempre. Com esse levantamento você irá se deparar com os desafios que irá enfrentar quando sozinho. Feito isso separe os itens por prioridade e visando evitar passar por situações ruins, desde não saber cozinhar ou em casos financeiros não ter uma renda que arque com todas as despesas domésticas, tente não tomar a atitude de sair de casa enquanto estes pontos não forem sanados. Claro que não podemos premeditar muitas das situações que inevitavelmente irão ocorrer quando estivermos sem o auxílio de ninguém, porém sabemos que é possível reduzir em quase 50% o risco de passarmos por situações que mesmo sozinhos, precisaremos pedir ajuda a alguém.

2-  O quão fundamental você é atualmente na sua casa?

Essa tarefa não é a das mais simples, pois não se trata somente de sua possível contribuição financeira, mas sim da importância que sua presença tem para com aqueles que você convive. Não dizendo que a contribuição financeira não seja importante, mas convenhamos que mesmo de longe, podemos continuar ajudando. Porém, o principal a se avaliar é o quão fundamental você é dentro de sua casa. Já parou para pensar se compartilha algum peso com alguém de sua casa e que saindo de lá, querendo ou não, fará falta? Posso até arriscar em dizer que muitas pessoas pensando nesse assunto, chegam a desistir de sair naquele momento, por terem a ciência que são um ponto chave dentro de sua casa. Longe de mim fazer com o que as pessoas que estão decididas a dar esse passo na vida, mudem de ideia, afinal é só colocar na balança os motivos que o fizeram chegar nesse consenso e os que te mantem onde está, tudo ficará claro.

3- Qual o motivo está me levando a assumir uma vida sozinho?

Não que o simples fato de se realizar pessoalmente já não seja suficiente, mas as vezes só passa em nossa mente assumir uma vida sozinhos, por resultado de uma má convivência com aqueles que atualmente dividem o mesmo teto com nós e sinceramente sair de casa por este motivo somente, não é nada confortável, por isso vale repensar se realmente esse tal “problema” não teria solução para que se for o caso de sair de casa, sair sem nenhum remorso.

 4 – O que vou precisar?

E por último, não menos importante, é saber mensurar quais serão suas necessidades psicológicas e financeiras. Aqui nesse quesito serão tratados todos os pontos que talvez morando com outras pessoas, não enxergamos a necessidade, por exemplo, uma simples companhia. Pode parecer bobagem, mas se pararmos para pensar, ter um alguém para não deixar o ambiente monótono é um ponto deixado de lado, apesar de essencial.

E também será necessário pensar nos custos que essa mudança irá proporcionar, desde assumir um aluguel até começar uma dívida de grande porte para a moradia. Após pensar na moradia, é necessário levantar o que terá de gasto, como móveis, eletrodomésticos e reforma (em caso de necessidade). Em resumo, a questão financeira será a parte mais trabalhosa, pois cada custo não levantado no planejamento, será uma dor de cabeça no processo da mudança.

No todo, fica a dica que funciona para tudo na vida:

Planejamento é mais importante que a execução!

Espero que tenham curtido, fico a disposição para responder a comentários ou sugestões.

Karina Boldoro

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