Uma pontinha do que somos


De confusão em confusão, a gente se entende

De bate boca em bate boca, a gente se enrola, a gente se prende

De distração em distração, a gente é a gente.. coisa que ninguém entende.

Depois de um tempo a gente se acerta, se bate, se esmurra, porém se aperta!

Há quem diga “que tipo de gente vai viver assim?”, mas não pensa no que faz bem a mim…

Ele grita, irrita e a chama, enquanto isso ela excita, incita e faz drama.

Não importa o que venha a ocorrer, a gente se entende e deixa o tempo correr

De rima em rima, a gente se ajeita, a gente se mima.

Porque o amor é desse jeito, nem ela entende, nem ele aceita, mas trazem no peito!

E no fim é somente o que importa, ignorar as birras e a cara torta

Para que aquilo que eles são, se faça presente e num futuro próximo os alimente.

Karina Boldoro

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